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Manual de exames

Trypanossoma spp – Equino (T. evansi, surra, mal de caldeiras) ou canino

Material: 0,5 mL de soro ou plasma EDTA. O soro pode ser armazenado por até 7 dias entre 2 e 8 graus. Para armazenar por mais tempo congelar.

Comentários: No Brasil, foram descritas duas formas da doença causada por T. evansi: a síndrome aguda, que causa morte rápida em equinos e cães não-tratados, e a crônica, que afeta diversos animais silvestres, principalmente capivaras (Hydrochaeris hydrochaeris) e quatis (Nasua nasua) (HERRERA et al., 2005). Os cães podem apresentar perda de peso, fraqueza progressiva, inapetência e anemia (AQUINO et al., 1999). Além disso, animais parasitados também podem apresentar febre intermitente, conjuntivite, edema das pernas e porções inferiores e aumento dos linfonodos superficiais (LEVINE, 1973).

Método: ELISA - Esse kit utiliza um conjugado de proteína A/G-HRP. Esta proteína é capaz de detectar anticorpos de todos os mamíferos.


Prazo: 4 dias úteis

Código: 786



Devido à proximidade filogenética entre Leishmania spp. e Trypanosoma spp, podem ocorrer reações cruzadas e resultados falso-positivos à sorologia.
Os tripanosomatídeos são protozoários flagelados pertencentes a família Trypanosomatidae, ordem Kinetoplastida. Esses parasitos estão divididos em 10 gêneros, sendo eles: Herpetomonas, Crithidia, Blastocrithidia, Leptomonas, Wallaceina, Sergeia, Phytomonas, Endotrypanum, Leishmania e Trypanosoma, sendo os dois últimos capazes parasitar o homem e diferentes espécies animais vertebrados, causando doenças, conhecidas como leishmanioses e tripanossomíases.
Normalmente a infecção natural de cães por T. cruzi se dá pela transmissão oral devido ao hábito desses animais lamberem o ponto irritado pela picada ou ingerirem os insetos vetores.
Em área rural, é comum também a prática da caça pelos cães aos roedores ou animais silvestres, nesse caso comendo animais parasitados e tecidos infectados. Dessa forma, esses cães de caça funcionam como porta de entrada de cepas silvestres de T. cruzi no habitat doméstico.
A espécie canina é a única capaz de desenvolver alterações patológicas crônicas semelhantes àquelas detectadas em humanos o que permite que sobrevivam vários anos albergando o protozoário.
T. vivax, comum no oeste da África, é considerado o mais importante e mais patogênico tripanosoma de bovinos, mas também há registro da ocorrência em ovinos e caprinos, responsável por gerar grandes perdas na produtividade animal causando abortos, queda na produção de leite e infertilidade. O primeiro caso da doença no Brasil foi descrita em búfalos em 1972 na região de Pará, mas atualmente há relatos de caso em várias regiões do país. Desde o ano passado temos diagnosticado muitos bovinos com essa doença na nossa região.
T. equiperdum, parasito comum em equídeos , causando o ¨mal do coito” ou “durina” , é transmitido via coito por um animal infectado e está listada pela Organização Mundial da Sáude como uma das doenças importantes entre animais dessa espécie.
No Brasil, foram descritas duas formas da doença causada por T. evansi: a síndrome aguda, que causa morte rápida em equinos e cães não tratados, e a crônica, que afeta diversos animais silvestres, principalmente capivaras e quatis. Os cães podem apresentar perda de peso, fraqueza progressiva, inapetência e anemia. Além disso, animais parasitados também podem apresentar febre intermitente, conjuntivite, edema das pernas e porções inferiores e aumento dos linfonodos superficiais.