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Exames laboratoriais veterinarios
Manual de exames

Troponina I – cTnI

Material: 1,0ml de Soro ou plasma (heparina).

Condições de coleta: jejum de 4 horas

Outros Laboratórios: Enviar congelado.

Comentários: As troponinas cardíacas vêm se tornando alvo de pesquisas na medicina veterinária nos últimos anos. Os ensaios desenvolvidos para dosagem de troponina humana já foram validados para várias espécies animais (OYAMA & SOLTER, 2004; SANTOS, 2005; MICHIMA, 2007; LEONARDI et al., 2008). O aumento de seus níveis foi descrito em cães com cardiomiopatia dilatada (OYAMA & SISSON, 2004), trauma cardíaco (SCHOBER et al., 1999; DINIZ et al., 2007), infarto (RICCHIUTI et al., 1998), degeneração da valva mitral (OYAMA & SISSON, 2004), ICC (DEFRANCESCO et al., 2002), além de outras enfermidades que causam lesão cardíaca secundária, como síndrome dilatação vôlvulo-gástrica (SCHOBER et al., 2002) e babesiose (LOBETTI et al., 2002). Em gatos, níveis elevados de cTnI foram descritos em casos de cardiomiopatia hipertrófica (HERNDON et al., 2002) e em equinos, em lesão por ruptura da válvula aórtica (CORNELISSE et al., 2000), taquicardia ventricular e necrose miocárdica (SCHWARZWALD et al., 2003), sepse neonatal (SLACK et al., 2005), babesiose (DIANA et al., 2007), intoxicação por monensina e cardiopatia (PEEK et al., 2004).

 

Em equinos, a dosagem sérica de cTnI também é utilizada para avaliar o efeito do exercício físico. DURANDO et al. (2006), avaliando o exercício intenso de curta duração em esteira de alta velocidade, verificaram que as concentrações máximas de cTnI ocorrem entre 3 e 6h após o exercício. Esse período parece ser ótimo para mensurar a cTnI com o intuito de detectar lesão miocárdica induzida pelo exercício em equinos. YONEZAWA (2008) observou lesão cardíaca leve em equinos Puro Sangue Árabe submetidos a exercício em esteira de alta velocidade, sendo verificada pela presença de contração ventricular prematura associada ao aumento de cTnI sérica, porém não expressiva. MICHIMA (2007) avaliou cavalos de enduro que percorreram provas menores que 100km e maiores que 100km e animais desqualificados das provas por causa metabólica, não encontrando aumento significativo dos níveis de cTnI e concluindo que o exercício físico prolongado não levou a injúrias cardíacas severas.

 

Embora o mecanismo ainda não tenha sido totalmente elucidado, especula-se que o aumento pós-exercício seja devido ao aumento da permeabilidade da membrana celular do miocárdio e à liberação de cTnI livre do citosol e não devido à necrose permanente e morte celular (NOSTELL & HÄGGSTRÖM, 2008). Equinos que realizam teste de exercício máximo tornam-se hipoxêmicos e possuem maior estresse cardiovascular, por isso apresentam leve aumento da cTnI (DURANDO et al., 2006).

Método: Quimioluminescência

Prazo: 3 dias

Código: 567