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Exames laboratoriais veterinarios
Manual de exames

MIC, CIM, Concentração Inbitória Mínima – Cultura e Antibiograma automatizado

Material: Vários (ver cultura e antibiograma)

Comentários: A automação do antibiograma permite a avaliação da concentração inibitória mínima (MIC), traduzida como a menor concentração do antimicrobiano capaz de inibir o crescimento do microrganismo (in vitro). Sua interpretação se divide em sensível, intermediário e resistente.

 

Sensível: Indica que houve inibição do crescimento (in vitro) da espécie bacteriana pelo agente antimicrobiano específico. Isso implica que o microrganismo deve responder às doses usuais do agente antimicrobiano em questão administrado pela via apropriada, incluindo a oral.

 

Intermediário: Nesta categoria agrupam-se os antimicrobianos que têm aplicabilidade clínica em alguns sítios do organismo, onde normalmente se concentram (em geral, quinolonas e beta-lactâmicos na urina) ou quando altas doses podem ser utilizadas com fins terapêuticos (em geral, beta-lactâmicos).

 

Resistente: Indica que não há inibição do crescimento bacteriano (in vitro) pelo agente antimicrobiano testado. Neste caso, o uso destes agentes antimicrobianos se restringe a certos fluidos corporais, onde se alcançam altas concentrações das drogas.

 

A utilização do teste de sensibilidade por diluições (MIC) requer o conhecimento das concentrações do grupo de drogas que inibem o crescimento de patógenos sob condições cuidadosamente definidas pelo laboratório. Para fazer a seleção racional dos antibióticos mais apropriados para o paciente, o clínico necessita estar ciente da farmacocinética do agente antimicrobiano, incluindo o sítio de infecção, valor do pico sérico e a velocidade com que este nível decai, isto é, a meia-vida;

 

Sem essas informações podem ocorrer interpretações inadequadas. Um antibiótico como a ampicilina, por exemplo, com um MIC de 2mcg/mL para E. coli, pode ser erroneamente considerado menos efetivo do que um aminoglicosídio como a gentamicina, com MIC de 0,5mcg/mL, caso sejam considerados apenas os valores absolutos, independentemente do sítio de infecção. Na verdade, os níveis encontrados no soro são mais altos para ampicilina do que para gentamicina, além do risco de toxicidade ser bem menor na ausência de história de reação alérgica. A escolha para a terapia seria então a ampicilina e não o antibiótico de menor valor de MIC.

 

O laboratório pode auxiliar o veterinário  a escolher uma terapia racional através de resultados quantitativos (MIC), acompanhados de interpretaçâo. Deve-se discutir a resposta esperada no soro e nos líquidos corporais ou tecidos onde concentrações similares ao soro são encontradas. Devemos sempre lembrar que, por alcançar concentrações elevadas em sítios específicos, como na urina e na bile, um determinado microrganismo, classificado como resistente a um agente antimicrobiano pelo critério do soro (MIC), pode ser erradicado numa infecção de trato urinário baixo. Por exemplo, o isolamento de E. coli com MIC de 32mcg/mL para ampicilina pode ser considerado resistente para o soro, onde concentrações relativamente baixas da droga estão presentes.

 

Por outro lado, a concentração de centenas de microgramas por mililitro de ampicilina, observada na urina, poderia indicar seu uso com provável sucesso terapêutico em infecções do trato urinário inferior, apesar da resistência detectada pelo antibiograma. Considerando-se que a ampicilina tem um menor custo e menor toxicidade, cabe ao clínico, conhecendo suas características farmacocinéticas, a decisão do uso de um determinado agente antimicrobiano, apesar da resistência do microrganismo. Obviamente, a severidade da infecção e o dano potencial ao animal têm impacto fundamental nessa decisão

 

Prazo: 6 dias.

Código: 710