• Equipe
    Especializada

    Contamos com uma equipe de veterinários a disposição do clínico para dúvidas e trocas de experiências. Oferecemos palestras para educação continuada de nossos clientes

    equipe especializada
  • Exames de Cultura e Antibiograma
    liberados em 48h

    Dependendo do crescimento bacteriano

    antibiograma animal
  • Endocrinologia

    Exames hormonais realizados

    DIARIAMENTE
    .

    endocrionologia animal
  • Imunologia

    • Cinomose       • PIF
    • Leptospirose • Ehrlichiose (TITULAÇÃO)
      entre outros

    LIBERADOS NO MESMO DIA

    imunologia
  • Rapidez na
    entrega de exames

    Resultados rápidos e precisos por e-mail
    ou no site.

    sentrega de exames
Exames laboratoriais veterinarios
Manual de exames

Ehrlichia canis  IgG com titulação– sorologia – ELISA (Erlichiose)

Amostra: 0,5 ml de soro ou plasma (EDTA).

Método: ELISA

Condições de coleta: Jejum não obrigatório. O soro ou plasma pode ser armazenado por até 7 dias entre 2 e 8 graus. Para armazenar por mais tempo congelar.

Prazo: mesmo dia.


Os cães infectados com Ehrlichia canis podem desenvolver sinais brandos a intensos ou mesmo não apresentar sinais, dependendo da fase da doença em que se encontram. A gravidade da doença depende da cepa infectante, da idade do animal, da suscetibilidade e da alimentação. Através de estudos baseados nos sinais clínicos e patológicos, foi possível distinguir três fases da doença, a aguda, a subclínica e a crônica.
Na fase aguda os sinais clínicos são febre, anorexia, depressão, linfadenopatia e trombocitopenia. Essa fase geralmente passa despercebida e no final da quarta semana, aproximadamente, os sinais clínicos desaparecem. Entretanto, os parasitas permanecem no animal. Esta é a principal fase onde se consegue identificar mórulas do parasita em leucócitos através de esfregaços sanguíneos. No hemograma, observa-se frequentemente, uma trombocitopenia entre 10 a 20 dias após a infecção, em consequência da destruição imunológica periférica das plaquetas. 
A fase subclínica é caracterizada pela persistência da Ehrlichia canis no animal. Nessa fase o animal parece saudável, pois os sintomas são mais brandos, podendo ocorrer leve perda de peso. É nesta fase que se observa alta concentração de anticorpos para E. canis no sangue dos cães infectados.
Ao final da fase subclínica, instala-se a fase crônica, com sinais clínicos severos, devido à ineficiência do sistema imune do animal. Nesta fase, dificilmente encontra-se inclusões de mórulas de Ehrlichia canis nos leucócitos.

De acordo com Oriá (2001) e Machado (2004), comparativamente à Reação de Imunofluorescência Indireta, o ELISA é mais sensível no diagnóstico da E. canis, sendo o método sorológico mais indicado para o diagnóstico da erliquiose canina na rotina clínica veterinária.

A trombocitopenia é um achado hematológico importante no diagnóstico da erliquiose canina. A detecção de mórulas intraleucocitárias de Ehrlichia canis nos esfregaços sanguíneos é infrequente, ocorrendo ocasionalmente em especial na fase aguda da hemoparasitose e dificilmente encontrada na fase crônica. Assim, os métodos mais confiáveis para o diagnóstico da Erliquiose canina são os exames sorológicos ou de biologia molecular.

Imunoglobulinas M (IgM) não são consideradas indicadoras fidedignas de exposição a E. canis devido a inconsistência do desenvolvimento de anticorpos dessa classe durante o curso da doença. No entanto, títulos de IgG maiores ou igual a 40 são considerados positivos (HARRUS e WANER, 2011).

Código: 68